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Acróstico 41

Atualizado: 26 de jun. de 2025


Acróstico


Shutdown


Quando Hanni voltou para dentro, ela deu um beijinho em Presley e apenas subiu. E isso era estranho porque ela era brasileira e havia lhe explicado que, sendo brasileira e tendo passado bastante tempo na casa de Sabina, que tinha três irmãos, aprendeu a anunciar as coisas que fazia. Por exemplo, se ia para o banho, anunciava que estava indo para o banho; se ia cozinhar, dizia que ia cozinhar; se ia para o quarto, falava que ia para o quarto. Era uma forma de manter organizado em um ambiente pequeno, onde muita gente trafegava, então, anunciava pequenas ações, e ainda agora, por costume. Porém, tinha apenas subido desta vez, altamente silenciosa, e Presley só... pensou a respeito disso.


Hum, não podia ficar assim.


Respirou fundo, decidiu preparar dois mates para elas, quentes, porque a noite estava mais fria. Colocou o chimarrão em duas canecas e subiu. Chegou no quarto e, apesar do frio, Hanni estava na varanda, numa espreguiçadeira. A varanda era pequena, mas cabia uma espreguiçadeira de madeira, onde ela costumava pegar sol e onde estava deitada agora. Pernas recolhidas, braços cruzados sobre o abdômen, ela estava de calça moletom e regata, os cabelos soltos e os olhos perdidos no nada. Aika seguia dormindo na cama delas, tranquilamente. Presley deixou um beijinho em sua menina e andou até a varanda, colocando sua caneca sobre o parapeito e entregando a outra para Hanni.


— Obrigada, babe.

— Vou colocar a Aika na cama dela.

— Está bem.


Voltou, pegou Aika no colo, a levou para o estúdio, a cobriu direitinho; ela estava dormindo profundamente. E então, voltou para a varanda. Estava de short curtinho, moletom de zíper da Calvin Klein, os cabelos soltos, a pele muito limpa. Hanni adorava aquele aspecto pós-banho nela; era gostoso, aconchegante demais. Presley se recostou na varanda novamente, pegou sua caneca em mãos e olhou para Hanni.


— Hanni...

— Eu sei, babe. Mas sempre que uma crise acontece, ela fica em mim mais tempo. Mas vai passar. Se ficar muito ruim esses dias, você pode ir para casa e...

— Moro aqui, não moro?


Hanni olhou para ela e se derreteu num sorriso.


— Você mora aqui e no meu colo, vem aqui, meu amor, vem.


Presley foi para o colo dela, sentou-se de lado, enroscando os braços no pescoço dela, cheirando-a, sentindo-a, porque era muito viciada no cheirinho da sua mulher. O Coco Mademoiselle misturado ao cheiro da pele dela deveria ser isolado e vendido como uma nova fragrância, de tão gostoso que era! E no meio daquele chamego todo:


— Eu sou o seu amor? — Perguntou para Hanni, porque era o que ela havia escrito na postagem, e era como ela havia acabado de lhe chamar.


Hanni se derreteu outra vez.


Você é, você é todo o meu amor — A cheirou um pouquinho também, porque aquela relação era toda bilateral, e a Dior estava perdendo rios de dinheiro ao não extrair e vender Miss Dior mais o cheirinho de sua namorada como fragrância — Presley, você me causa umas coisas totalmente novas. Fiquei ANSIOSA, esperando o momento em que você fosse ver.


— Você fez a postagem mais linda do mundo, sabia? E eu repostei. Quer ver o que escrevi?


Mais um sorriso de Hanni.


— Claro que quero.


Presley abriu seu Instagram, buscou o Story e mostrou para ela.


"O melhor poema acróstico já escrito. E agora, crescemos ❤️‍🩹."


Hanni encheu os olhos.


Babe...

— O quê?

Quero repostar. Posso colocar minha conta no seu celular?


Presley beijou o pescoço dela, tão dócil a sua Manu.


— O que você quiser — Passou seu celular para a mão dela e Hanni incluiu mais uma conta no app do Instagram. yourhanni, digitou a senha gigantesca, milhares de notificações imediatamente.

— Pres, você acha que não faço nada?

— Com o usuário dela? Não faz, não vai adiantar, honi, você é pessoa pública para quase... — Checou os seguidores dela — Três milhões. Você acabou de bater três milhões de seguidores!

Uh! — Aquilo pegou Hanni de surpresa — Eu sabia que estava quase, mas... — Olhou suas mentions, sorriu — É a YSL, postaram alguma coisa.

— Abre pra gente ver.


Hanni abriu e Presley quase teve um colapso. Não era possível o quanto Park Manu, a modelo, podia ficar ainda mais bonita durante os ensaios. Ela estava toda de preto, com um look executivo e moderno, cabelos presos para trás, destacando seu rosto. Manu caminhava para a câmera e em um take, delineador; em outro, base; por último, batom vermelho. No final, a câmera se afastava, mostrando aquele rosto por inteiro, com lábios em formato de coração, olhos escuros e afiados, um olhar que... causava palpitações.


De todos os tipos.


— Eu NUNCA vou conseguir fazer um ensaio assim, honi, olha o seu impacto. Aliás, está todo mundo falando disso, do impacto da new girl da YSL — Foi correndo os olhos pelos comentários rapidamente — “Essa garota é um evento”, “um rosto matematicamente perfeito”, “que olhos!”, “beleza futurista”, “magnética”. Meu Deus, e você namora comigo, me fez até um filho — Disse, se agarrando no pescoço dela, a fazendo rir.

— Ei, alto lá: dois filhos! Respeito pela minha primogênita.

— Dois filhos. A face cardizinha inclusive é sua cópia, achava que era minha, mas foi antes de te conhecer.

— Finalmente admitindo! — Hanni pegou delicadamente o celular de volta, para repostar o que Presley havia postado.

— Primeiro eu e depois a YSL?

— Lógico, sempre! — Cheirou os cabelos dela, repostou com um único emoji, que era o delas e sempre seria: ❤️‍🩹. Elas tinham, uma pela outra, um tipo de amor que curava todas as coisas e agora sabiam, as duas precisavam se curar quando se encontraram e só... fazia sentido. Fazia todo sentido do mundo. E então, Hanni ficou apegada, frágil, um coração numa caixa de papelão — Você me conhece tão bem, é tão linda, tão minha, eu não quero perder você.

— Você não pode mais se livrar de mim, Park Manu, nós temos crianças — Disse, a fazendo rir um pouco mais, mas ela seguia apegada. Repostou a YSL, respirou fundo.

— Pres, é que...


Presley a beijou, ficando um pouquinho mais séria.


— Escuta, lembra de quando a gente se conheceu e você me disse ter TDAH? Que quando algo pega o seu foco, é difícil sair? Você está focada nisso que acabou de acontecer, mas essa mulher não merece mais nenhum segundo do seu foco e eu não posso deixar assim, Hanni.

— Você não pode...? — Hanni pensou um pouquinho, não achou sentido — O que você está querendo dizer, babe?

— Que vou pegar o seu foco de volta. Posso fazer algumas tentativas?


Hanni abriu um sorriso. Não sabia o que estava por vir, mas podia sentir que vinha algo interessante.


— Tentativas...?


E Presley a olhou nos fundos dos olhos.


— De deixar você vidrada apenas em mim — Ela disse, e Hanni jurava por Deus, seu coração reagia no peito, flutuava, afundava, emergia, tudo junto — Posso tentar...?


Hanni mordeu a boca.


Babe...

— Eu posso? — Perguntou, correndo o nariz por aquele pescoço lindo que Hanni tinha.

O que você quiser.


Presley mordeu os lábios, abrindo um sorriso.


— Vou te mostrar algo que você ainda não viu. Traz essa espreguiçadeira para dentro, quero você confortável.


Ela saiu do seu colo e Hanni obedeceu imediatamente, levando a espreguiçadeira para dentro enquanto Presley saiu do quarto por um instante, provavelmente indo checar Aika rapidinho. Hanni fechou as portas da varanda e um tempinho depois, Presley voltou para dentro, trazendo uma cadeira com ela.


Uh, uma cadeira...?


Passou a tranca na porta, colocou a cadeira em frente a Hanni, celular em mãos que ela conectou imediatamente na caixinha de som, e então, se sentou. Cruzou as pernas, ajustou a postura para trás, queimou o olhar em cima de Hanni. Aquela mulher, sinceramente! Park Manu era uma casa protegida contra incêndios, mas isso apenas quando não se tratava de Presley Park.


— Senta, honi. Eu não consigo lembrar se... já dancei para você?


Hanni não se sentou, na verdade, ela caiu sentada na espreguiçadeira. Ficou imediatamente nervosa, porque sim, havia visto TODOS os vídeos em que Presley dançava e nenhum deles era menos que... extremamente sexy. Ela era sexy demais. Mais do que apenas bonita, Presley era sexy sem esforço nenhum, o que lhe deixava nervosa só de ver por vídeo. Seu coração disparou.


Babe, você vai acabar comigo.


Presley riu, buscando a música que queria, encontrou, colocou para tocar e, DAVA PARA VER, literalmente foi algo que dava para ver. Ela fechou os olhos e começou a estalar os dedos da mão esquerda, fazendo a contagem dos acordes da música e quando abriu os olhos novamente...


Era outra. Os olhos estavam escuros de algo que Hanni só conseguia definir como PURO TESÃO. Era essa a mulher que tinha em casa, era essa a mulher que dormia na sua cama todas as noites, e o meio das coxas de Hanni só...


Começou a latejar. E Presley nem tinha se movido ainda.


— Você não pode apagar, honi. Preciso de você muito inteira, de preferência... — Presley apoiou os cotovelos sobre as coxas, se inclinando para frente, as pernas abertas, muita atitude, uma coisa! — Em cima de mim.

— Ai, Presley...


A contagem dos dedos estalando bateu oito - o número mágico de todas as coreografias do mundo - e Presley começou a se mover pela música.


One of the girls, The Weeknd.


Give me tough love… — Ela cantarolou junto com a música, abrindo as pernas sensualmente, movendo os braços, criando movimentos retos e precisos - Me dê amor com firmeza... — Leave me with nothing when I come down… Me deixe sem nada quando eu ajoelhar... E as mãos descendo por suas próprias coxas, as pernas sendo cruzadas colocadas de lado, os olhos ardendo dentro dos olhos de Hanni, que engoliu nervosa, a boca secando — My kind of love... Force me and choke me 'til I pass out… — Meu tipo de amor... Me pressione e me sufoque até eu apagar... E Presley apoiou os braços na cadeira firmemente e escorregou para o chão, sensualmente girando para frente e então, movendo as pernas num meio círculo perfeito, uma de cada vez, abrindo um compasso bem diante dos olhos de Hanni, que ficou hipnotizada por aquele movimento. Hipnotizada quando ela girou mais uma vez e parou de joelhos, de costas, jogando os cabelos, se virando para frente de novo e daí, se colocou de pé, subindo bem devagar, ondulando aquele corpaço de maneira extremamente sexy. Colocou um pé sobre a cadeira e deu uma olhadinha para trás, para a sua Hanni, que era sua e de ninguém mais — Olha bem aqui, meu amor.


Como se Hanni conseguisse olhar para outra coisa.


E, dito isso, ela abriu o moletom, soltando o zíper, abrindo de uma vez só, jogando o corpo para trás, os cabelos soltos, longos, dançando pelo ar. Puxou o tecido de um dos ombros, exibindo-o sensualmente, e Hanni... engoliu saliva, respirando fundo. Estava com frio, mas de repente, agora, estava começando a suar.


E Presley se virou totalmente de frente, a lingerie preta, cheia de transparências, aqueles seios que já tinham mudado, estavam UMA COISA! Já eram antes, mas agora, Hanni nem sabia. A curva daqueles quadris, aquelas pernas que...


Hanni sentia vontade de se ajoelhar todas às vezes que via.


We don't gotta be in love, no… I don't gotta be the one, no… I just wanna be one of your girls tonight… — Ela se moveu, as mãos correndo pelas coxas, os braços se movendo, os quadris em movimentos circulares, a coisa mais GOSTOSA possível - Nós não temos que estar apaixonadas, não... Eu não tenho que ser a única, não... Eu só quero ser uma das suas garotas essa noite... — Essa parte é mentira, meu amor — Disse, a fazendo rir. E então, a deixou nervosa de novo porque outro giro e, Presley foi para o chão novamente, peito para cima, e os quadris chicotearam sensualmente, apontando para o alto — We don't gotta be in love, no… I don't gotta be the one, no… I just wanna be one of your girls tonight… — Girou novamente, igual ao movimento anterior, mas agora ela subiu a perna inteira para o alto, reta, fechando um ângulo da ponta do pé em direção ao seu rosto num movimento rápido, quase até encostar, em uma abertura que, sinceramente, e um olhar obscuro que... A garganta de Hanni secou de vez, e Presley girou novamente, agora se deitando para frente, peito para baixo, e uma das pernas chutando em arco para o alto, e ela voltando para trás, para se sentar sobre os próprios joelhos e só...


Os olhos de Hanni estavam totalmente presos nos movimentos dela, absolutamente hipnotizados pelo jeito suave e sexy que Presley dançava. Aquele corpo delicado, as mãos passeando por aquela pele, os movimentos precisos, muito bem encaixados, não era como uma coreografia improvisada; ela sabia muito bem o que estava fazendo. Gestos precisos, muito bem cravados, ela sabia que era bonita, sabia que era sexy, e não existia nada mais PERIGOSO e GOSTOSO no mundo do que uma mulher que sabe que é tudo isso.


E ela dormia com Manu. Só para reforçar mentalmente, aquele evento de mulher dormia na sua cama todas as noites.


Lock me up and throw away the key, you know how to get the best out of me, I'm no force for the world to see, trade my whole life just to be… — Me tranque e jogue a chave fora, você sabe como tirar o melhor de mim, não sou uma força para o mundo ver, eu trocaria tudo para ser… — Na verdade, eu sou — Presley disse, indo para o chão novamente, se ajoelhando a meio metro de Hanni, o que a deixou... Estava pulsando demais, já estava suada inteira — Você me mostrou que sou assim, uma força, algo que não pode ser contido, domado. Como você sempre soube tudo sobre mim, honi?


Os olhos de Hanni apenas escureceram de tanto tesão.


— Eu só conheço a minha mulher muito bem — E moveu a mão, na iminência de...

— Não — Presley deslizou até Hanni, segurando a mão dela — Só eu posso te tocar aqui — E então, se levantou e veio para cima, passando as pernas uma de cada lado da espreguiçadeira e rebolou em cima dela, mas sem tocar, apenas... desceu até o limite de tocar no colo de Hanni, hipnotizando aqueles olhos, vendo a respiração dela mudar imediatamente.

— Presley...

— Beija aqui? — Puxou o short para baixo, mostrando o cós do boyshort Calvin Klein que estava usando e puxou mais um pouquinho, mostrando a parte muito baixa daquela cintura que era INSANA de tão gostosa — Nada de mãos, só a sua boca. Beija aqui, honi.


Hanni colocou as mãos para trás, olhando naqueles olhos, naquele castanho ardido de tão quente, e baixou a boca para onde ela queria, fazendo uma trilha de beijos pela parte baixa da cintura dela. Presley enroscou as mãos pelos cabelos de Hanni e rebolou por ela de novo, agora deixando a parte baixa da sua cintura esfregar contra os seios, pela clavícula dela, enquanto dava um jeito de se despir do moletom completamente, ficando apenas de short e sutiã.


— Para trás, honi.

— Presley... — Saiu gemido, Hanni estava tremendo de tesão, já estava tremendo, suando frio, precisando dela, insanamente precisando dela.

— Deita, meu amor, bem boazinha, para trás, vamos.


Hanni obedeceu, deitou-se para trás e então, Presley mudou de posição, virando de costas para ela e se inclinou para baixo por um instante, apenas para disparar o coração de Hanni ainda mais.


— Ah, babe...


Presley olhou para trás, a pegando pela nuca, olhos muito conectados, deslizou muito devagar, para baixo e para baixo, até seus quadris roçarem pelo colo de Hanni, se esfregando por ela, a fazendo gemer demais, tremular de vontade contra o seu toque, e Hanni só...


Segurou os cabelos dela em feixe, sentindo seu corpo inteiro disparado demais.


Easy, babe, easy — Devagar, devagar. Presley pediu.

— Machucou, honi?


Presley olhou para trás outra vez, mordeu um sorriso.


— Você nunca me machuca, é para você acalmar o seu coração, babe. Estou sentindo as suas pulsações.

— É que... — Moveu o corpo, friccionando sua intimidade contra ela — E Presley afundou o toque porque dava mesmo para sentir Hanni toda disparada e adorava sentir. Adorava senti-la pulsando pelo seu corpo. Era uma de suas coisas preferidas no mundo.

— Eu sei — E então, saiu do colo dela, deslizando por aquela música, dando deliciosos passinhos para frente, a cintura se movendo gostosamente, o body roll em dia demais, os cabelos dançando com ela. Presley parou de costas, colocou a mão no short e o baixou. Estava de boyshort por baixo, mas tirou tudo junto porque, lá estava, por baixo do boyshort, uma mini calcinha que só fez...


Hanni salivar de tanta vontade.


Babe... — Hanni gemeu, as pernas já batendo inquietas.


E delicadamente, Presley se virou de frente, jogou os cabelos de lado e, sem tirar os olhos de dentro dos olhos dela, foi para o chão.


Se ajoelhou e engatinhou para Hanni, deslizando pelo chão, apenas de lingerie, fazendo o coração dela descontrolar no peito, a respiração ofegar ainda mais. A calça larga de moletom que Hanni estava usando não ajudava em nada. Hanni precisava de pressão, de qualquer pressão, ou iria ter uma coisa muito em breve.


— Presley...

— Eu sei, babe — Presley havia chegado até ela. Subiu, apoiando os braços nas coxas de Hanni, que se inclinou para frente, sem tocá-la com as mãos, mas cheirando os cabelos dela, sentindo o calor que estava vindo de sua mulher — Honi, você quer que eu pare? — Perguntou, buscando os olhos dela.

— Parar o quê?! Pelo amor de Deus, eu vou pular da varanda de novo! — Foi a resposta, que fez Presley rir.

— Quero saber se a sua mente quer, se está bem, se... está em mim — Subiu a camiseta de Hanni um pouquinho, beijando aquele abdômen que se comprimiu com o seu toque, definido, arrancando um gemido gostoso demais da sua Manu.

Babe, babe... — Hanni não aguentou mais, enfiou a mão pelos cabelos dela, se jogando para trás, sentindo-a naqueles carinhos.

— Eu quero te chupar. Mas tem que ser na cama, porque sei que vou demorar.


Se havia algum pensamento diferente de Presley Park na mente de Hanni, sinceramente, ela não sabia onde tinha ido parar.


Hanni a puxou pela nuca e a beijou, trazendo-a para o seu colo, aquelas curvas diferentes agora em Presley, aquele corpaço ARDENTE nos seus braços. Ela estava muito excitada, podia sentir só de colocar a mão nela e, em segundos, a camiseta de Hanni foi arrancada, seu top foi arrancado e aquela boca desceu vorazmente pelo seu pescoço, sabendo que ia marcar, querendo marcar, pegando sua mandíbula, engolindo o lóbulo de sua orelha. Desceu pelo colo, as mãos atacando aquele abdômen sexy, e Hanni só...


— Primeiro, vem aqui, meu amor, porque eu preciso... — Puxou a calcinha dela de lado e estava... Hum! — Você quer?

— Seus dedos dentro de mim? O tempo todo.


Hanni só deslizou para dentro dela, dois dedos firmes enquanto Presley se movia gostosa demais, subindo e descendo pelo seu colo, e não devia existir no mundo nada mais sexy do que a mulher que você ama, ardendo de tesão na sua mão, pedindo seus dedos dentro dela. Hanni seria LOUCA se não quisesse estar em cima dela todo dia, louca se não quisesse Presley toda gostosa em cima do seu corpo todos os dias. Arrancou o sutiã do corpo dela, pegando aqueles seios com a boca enquanto ela sentava contra os seus dedos, e Presley estava tão molhada, tão quente por dentro... E sim, Hanni só sabia onde ir, como fazer, onde queria chegar. Os gemidos dela começaram a ficar mais altos, a preencher aquele quarto, o braço passado pela nuca de Hanni, a mão na garganta dela, um corpo totalmente grudado contra o outro, e Hanni mordeu a boca porque sua garota estava gozando, molhando a sua mão.


Ela gozou forte, tremulando o corpo inteiro e Hanni a beijou, denso demais, firme demais, se levantando com ela no seu colo, a levando para cama, onde assim que a deitou, a mão de Presley já veio apertando a sua intimidade por cima do moletom.


— Ah, meu amor...


Presley enroscou as pernas pelas coxas dela, a olhando nos olhos, a massageando por cima do seu ponto de prazer, daquele jeito que só ela sabia fazer. Hanni estava sobre o seu corpo, amava aquela posição.


— Seu moletom está todo molhado, honi. É excitação, suor, prazer?

— Tudo isso junto. Você gozou em cima de mim, babe.

— É porque... sou louca por você — Disse, baixando a boca pelo corpo de Hanni, deslizando por baixo dela, puxando a calça moletom para baixo, beijando onde estava descobrindo — Você já teve um sonho impossível que realizou? Você se tornou o meu sonho impossível assim que a gente se conheceu. Eu não achei que... — Baixou a calça dela, descobrindo aqueles quadris, a fazendo gemer pelo movimento — Ia te beijar algum dia, ou que ia estar na sua cama, na sua vida, não achei que dava para ser o seu amor, honi.

— Ah, Presley, você era o meu sonho impossível. Eu estava disposta... — Mordeu a boca, gemendo, sentindo aqueles lábios descendo e descendo pelo seu corpo. Hanni estava toda molhada, prazer, suor, tudo junto.

— O que você estava disposta, honi? — Presley deu um jeito de expulsar o moletom do corpo dela e mordeu aquela cintura, agarrando o cós do boyshort preto que ela usava por baixo, Hugo Boss, UMA COISA DE GOSTOSA!

— A me tornar uma destruidora de lares para te ter comigo — Disse, sabendo que ela ia rir.

— Mas tenho um novo lar agora — Baixou o boyshort, deslizando por aquele corpo firme — E sabe de uma coisa?

— Hum?

Now, I love been in home.


Agora, eu amo estar em casa.


E assim, ela deslizou para o meio das pernas de Hanni.

Simplesmente não podia mais. Ficou num canto da cama, de bruços, respirando muito fundo, absolutamente molhada de suor e esgotada fisicamente. Aham, havia gozado na boca dela, quando Presley pediu que ela viesse, que sentasse na sua boca. Hanni gozou como louca, então, enquanto ainda estava gozando, ela a colocou de bruços na cama, a prendeu sob o seu corpo e a penetrou de uma maneira que... Nem conseguia explicar. Foi forte, foi voraz, foi firme, porque Presley era pequenina, delicada, mas tinha força, tinha consistência e o jeito que gozou contra os dedos dela, totalmente imobilizada na cama...


— Meu amor, senta, eu trouxe água para você — Havia ido pegar água para ela e Hanni se sentou, ainda zonza, e Presley abriu um sorriso — Honi, está tudo bem?

— Você… me apagou, shutdown.


Presley riu demais.


Honi, eu não lembro se você já tinha…

— Molhado a cama desse jeito? — Isso havia acontecido, descontroladamente acontecido — Não, nunca, nem com você, nem com ninguém. Eu não acredito que você ainda não tinha dançado pra mim, não acredito que passou tanto tempo desperdiçando esse talento...

— Dançando...?

— Presley, eu não estou falando de dança de jeito nenhum.


Mais risadas.


— Eu fico pensando no quanto o Leo foi infeliz comigo nisso.

— Eu me compadeço, mas ele tinha uma gostosa de qualquer forma — E olhando nos olhos dela — Babe...

— O que foi, meu amor? — Em português, a beijando um pouquinho. O português de Presley estava cada vez melhor.

— Você ficou aqui — Hanni foi para o colo dela.

— E você ficou comigo. Ficou até se acalmar, não escapou de mim.


Hanni beijou o abdômen dela, carinhosamente.


— Como está o bebê?


Presley sorriu, mexendo nos cabelos dela.


— Cheio de serotonina, provavelmente.

Honi, você ainda não sente nada?

— Não, a gente fica meio diferente. Mas vai ficar diferente mesmo em um mês, você vai ver. Babe, vamos para o banho? A gente ainda tem que trocar essa cama inteira.


Tinham. E tinham uma graduação pela manhã.


Foram para o banho e tiveram que lavar os cabelos apesar de já ser de madrugada, e apesar de estar frio, elas haviam suado muito. E então trocaram a cama inteira, destrancaram a porta, foram dar uma olhadinha em Aika: dormindo feito um anjo.


Babe? — Hanni a chamou.

— Hum?

— A gente vai ter que aprender a fazer silêncio quando o bebê nascer.


Presley riu, porque era muito verdade.


Dormiram muito agarradas. E Hanni acordou...


Restaurada para o padrão de fábrica.


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4 comentários


sylber1011
sylber1011
04 de abr. de 2024

Boa Presley deu uma chave kkk

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setubalrodrigues
setubalrodrigues
02 de abr. de 2024

Esse amor delas e lindo demais... que venha so momentos assim pra vida delas😍❤️

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Adriana Evangelista
Adriana Evangelista
02 de abr. de 2024

a disposição em amar e restaurar o outro...😍 Tão lindas!

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Samara Borges
Samara Borges
02 de abr. de 2024

Ahhh o amor… nada como dias de paz!! ❤️‍🩹

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