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Acróstico 16

Atualizado: 26 de jun. de 2025


Acróstico


Cada Centímetro de Você


Afortunadamente, Hanni lembrou de desligar o forno antes de pegar Presley pela nuca e beijá-la densamente, firmemente, deslizando sua boca por aqueles lábios volumosos, tão perfeitamente desenhados, que não deixavam Hanni dormir de tanta vontade, de tanto lembrar, de tanto imaginar como seria tocá-la de novo, beijar aquela boca outra vez e, como seria sentir mais. Mais do que puderam aquela noite em que Hanni Park verdadeiramente acreditou que poderia enlouquecer de tanto tesão.


Grudou seu corpo inteiro contra o dela, aprofundando o toque de sua coxa contra a intimidade absurdamente molhada de Presley, que gemeu, sentindo o aprofundamento, a pegada firme de Hanni.


Babe, o que você está usando...?

— A mesma calcinha daquela noite porque... ela me faz sentir um pouco de você de novo. Hanni! — Presley gemeu outra vez, sentindo a pressão dela, sua intimidade totalmente disparada contra a coxa dela.

— Me diz, o que você queria ter feito naquela noite e não fez? Quando eu estava... — Afundou nela de novo, fazendo Presley gemer demais, afundando os dedos ainda mais pelos braços firmes de Hanni — Tocando você assim?

— O que eu queria...?

— Aham, o que você queria.


Presley a olhou nos olhos profundamente, o corpo tremulando junto com a respiração. Então, apenas desceu a mão esquerda pela parte de trás do seu corpo e puxou sua calcinha de lado.


Quando sua intimidade nua tocou a coxa de Hanni novamente, quando ela sentiu o calor e toda aquela umidade...


As duas gemeram; Presley fechou os olhos, agarrando-se no pescoço de Hanni, agora ansiosamente deslizando por ela, sentindo os pulsos aumentarem, seus batimentos cardíacos acelerarem.


— Presley...

— Meu coração vai parar.

— Ah, não vai, não — Hanni inclinou a cabeça dela para trás, expondo o pescoço. Então, delicadamente, deslizou um dedo para dentro dela, mantendo Presley totalmente grudada no seu corpo, pressionando a boca contra o pescoço dela. Assim que entrou, a sentiu derreter no seu toque, descendo contra o seu dedo, gemendo demais, repetindo o seu nome, que estava ficando doce: Hanni, Hanni, honni, honi... — Me sente, você está me sentindo? Presley... — Saiu em um gemido, pois a intimidade dela estava apertando ao redor dos seus dedos.


Estava, porque Presley tinha sentido o dedo dela deslizando para dentro e havia enlouquecido de vez, agarrando-se no pescoço dela, nos braços dela, movendo freneticamente os quadris contra o toque. Hanni a segurou, controlando a cintura e o ritmo. Faria Presley gozar do seu jeito, único, mas algo que ela amaria.


Hanni...! — Gemeu ainda mais alto.

— Quero descobrir como você gosta. É desse jeito aqui? — Perguntou por perguntar, porque gostava de falar durante, mas os gemidos de Presley só confirmavam que sim.

— Você sabe exatamente o que está fazendo! — Disse e mordeu o ombro dela, fazendo Hanni rir pela revolta na voz dela. Presley gemia, apertava Hanni, se esfregava nela, exatamente como havia sonhado com tudo aquilo — Honi, eu te marquei.

— Me marca, marca inteira, do jeito que você quiser — E dito isso, Presley apertou a boca contra o pescoço dela e sentiu um segundo dedo entrando em si. A pressão mudou, Hanni parou de estocar e passou a...

— O que você...? Hanni, Hanni...!

— Se apoia em mim.

Hanni! — Dois toques e ela havia encontrado algo, um lugar que estava fazendo Presley... Se agarrou no pescoço dela, as pernas se enroscando nas coxas de Hanni, que a ergueu do chão.

— Me diz que ninguém nunca tocou aqui — A beijou, curvando os dedos por dentro dela, massageando aquele ponto que estava prestes a explodir, Hanni só conseguia sentir. Ela rosnou alto em resposta, apertando-se em Hanni demais — Ninguém? Agora esse ponto é meu. Toda vez que você se tocar aqui, vai se lembrar de mim, porque é meu, entendeu? Isso aqui é meu.


As coxas de Presley começaram a tremer. Não conseguia verbalizar nenhuma frase, nenhuma palavra. Seu corpo inteiro tremia, sentia-se completamente pegada por Hanni: pelas mãos, pela atitude, pelo corpo dela. O toque firme investia contra um ponto específico que a fazia tremer como louca, e aquela pressão por dentro, os dedos dela a preenchendo como nunca antes. Sua intimidade se fechava ao redor do toque dela, pulsando inteira, algo que nunca havia experimentado. Sua boca apenas andava por Hanni, pegando qualquer pedaço de pele que conseguia encontrar: pescoço, colo, ombro. Presley apenas sentia o prazer crescendo mais, se enroscando por dentro, crescendo em espiral, tornando-se maior, mais forte, mais firme. Abraçou Hanni pelo pescoço, escondendo o rosto em seu ombro enquanto seus gemidos se tornavam mais intensos, mais altos, seu corpo tremendo por inteiro, incapaz de reagir.


— Hanni, Hanni, honi! — Explodiu gozando, seu abdômen comprimindo-se inteiro, cada músculo do seu corpo retesado, em estresse. E Hanni não parou, ela só continuou no mesmo ritmo, tocando e tocando, queria que ela sentisse tudo, cada gota, cada pequeno resquício de prazer. Queria que ela bebesse, que entendesse o quanto Hanni a desejava e o quanto podia deixá-la louca na cama.


Deu, havia retirado tudo, então apenas retirou os dedos de dentro dela e a abraçou pela cintura, mantendo-a em seu colo, grudada contra o seu corpo. Presley era tão pequena, tão delicada e ainda estava totalmente agarrada ao seu corpo. Os batimentos das duas estavam acelerados, a respiração desconexa e os corpos suados.


— Pres, você está bem? Olha aqui pra mim.

— Me abraça, eu não quero que você se afaste — Pediu Presley, com ansiedade na voz, uma necessidade pulsante.

— Eu não vou me afastar e você não vai sair daqui, honi, a gente só começou. Olha pra mim, eu preciso te beijar.


Presley tocou os pés no chão e a beijou, muito forte, muito firme, extremamente prazeroso, porque, de alguma forma, Hanni estava ainda mais atraente após tê-la feito gozar como uma louca.


— Eu não conseguia esquecer... — Hanni disse repentinamente, após o beijo.

— Esquecer o que, babe?

O seu rosto quando você gozou aquela noite — Recostou a testa no ombro dela, ainda toda ofegante — Sei que você gozou, eu te senti gozando, te vi gozando e toda vez que eu fechava os olhos... Eu te via linda, gozando pra mim.

— Hanni... — Presley puxou o cós da bermuda dela, abrindo o botão, descendo o zíper imediatamente — Eu te fiz gozar? — Perguntou, descendo a mão para dentro da bermuda dela e aquela garota...

— Presley... — Hanni mordeu a boca, se arrepiando por inteira.

— Eu fiz? — Ela perguntou novamente, tocando Hanni por cima da calcinha, massageando seu ponto de prazer.

— Fez, você sabe que fez e agora você vai ter o que quer, mas primeiro... — Hanni a virou de costas, colocando-a de frente para a parede. Presley apenas abriu um sorriso ao senti-la se abaixando atrás de si, subindo as mãos por dentro de sua minissaia, alcançando a sua calcinha e puxando para baixo, retirando-a por suas pernas, e o fio de prazer que veio com o tecido... — Você vai me matar assim, Presley.

— Eu teria uma concussão mental se você não fizesse nada comigo nas próximas horas.


Hanni subiu um pouquinho aquela saia, beijou a coxa dela, perto do bumbum.


— Pro quarto, sobe, vamos.


Subiram aos risos, agarradas, grudadas uma na outra, não conseguindo sair daquela necessidade de pele absurda que estavam sentindo. Hanni a colocou contra a parede, já na porta do quarto, pressionando-a com o seu corpo e beijando-a firmemente, no mesmo tempo em que as mãos de Presley desceram sua bermuda para baixo, a livrando dela, descobrindo a calcinha minúscula que Hanni usava. Presley então a pegou pela nuca e a virou de costas para si, porque queria ver, e Hanni não resistiu.


— Como que...? Você estava tão gostosa assim aqui dentro, sozinha?

— Você acha que eu te dei free acesso à casa esperando o quê? Faz dias que espero que você invada o meu quarto no meio da noite.

Quarto, entra para o quarto agora.


Hanni riu. Obedecia, claro que obedecia. Entrou no quarto, Presley a empurrou para a cama e foi pega pelas pernas dela, sendo arrastada para baixo, com aquela gostosa subindo sobre seu corpo, com aquele abdômen que, sinceramente, Presley só queria lamber, marcar, arranhar.


— Eu só quero entender como você já tirou a minha roupa inteira e continua vestida — Hanni deslizou a boca pelo abdômen dela, subindo o top esportivo que Presley usava e quando descobriu aqueles seios, tirou o top do corpo dela e espalhou as mãos, sentindo, olhos hipnotizados — Perfeitos!

— Beija, babe, marca, eu quero uma marca sua.


Presley iria matá-la naquela cama.


Hanni beijou, espalhou beijos de um lado a outro, pelo abdômen de Presley, pelas suas costelas, o colo, de um seio a outro, e quando os colocou na boca... Ela derreteu sob o seu corpo, o mamilo enrijecendo ainda mais contra a língua de Hanni, o toque quente que ela tinha, as mãos apertando aquela cintura, descendo mais, retirando a minissaia, expulsando a peça pelas pernas de Presley. E quando Hanni a olhou, quando Hanni a viu assim, completamente nua...


— Esculpiram você... naturalmente. Como que...? — Hanni a olhava, capturando cada detalhe daquele corpo delicado, repleto de curvas, extremamente feminino, cheio de formas.

— Você gostou, honi?

De cada... — Beijou o abdômen de Presley, tocando-a intensamente com os lábios e as mãos — Centímetro... — Desceu a boca mais, abaixo da linha da cintura dela, fazendo Presley acelerar a respiração, arrepiando-se por completo — De você.


E sem esperar nem um segundo, Hanni mergulhou entre as coxas dela.


Descendo a língua pela intimidade de Presley apenas para provar, para sentir, e ela estava quente, extremamente molhada, absurdamente ansiosa. A tocou e sentiu os quadris de Presley saindo da cama, se empurrando para ela, desesperada por aquele toque, pela sua boca. Hanni foi a segurando, mantendo-a onde queria, explorando cada pedacinho dela, entendendo o que cada toque fazia, onde ela era mais sensível. Entrou nela, apenas para sentir, apenas para fazê-la tremular, para sentir aquela pressão nos seus dedos porque Presley era delicada, era sensível assim e se agarrava pelo seu toque de uma maneira... Hanni a enlouqueceu naquela cama, espalhando beijos e toques de língua pelas coxas, pela virilha dela, minando aquelas pernas gostosas de pequenas pressões: pressão de seus dedos, de sua boca, mordiscando enquanto a estimulava com os dedos e a sentia ficando louca de vontade de...


Esfregar pela sua boca. Hanni sabia que era isso que ela queria. E Presley teria absolutamente TUDO o que ela quisesse aquela noite.


A pegou na sua boca de vez, entrando, saindo dela, estimulando-a onde sabia que Presley precisava, os gemidos ficando mais altos, os corpos voltando a suar. Os quadris dela se moviam em direção à boca de Hanni, agarrando-se aos lençóis e aos ombros dela. As unhas cravavam na sua pele, então a segurou, focando na área de maior prazer dela, onde Presley pulsava mais intensamente. E entrou nela novamente, dois dedos imóveis dentro, parados naquele ponto interno, que agora tinha o nome de Hanni escrito. E pulsava. Estimulava por fora enquanto Presley sentia tudo por dentro, como se... O que ela...?


Rosnou o nome dela, gemendo alto, agarrando-se como podia. O corpo ARDIA, retesando-se inteiro outra vez, e veio em ondas, em tiros. Foi assim que sentiu: um primeiro tiro de prazer, depois outro, e mais um, as ondas ficando mais fortes, a segunda mais forte que a primeira, a terceira mais forte que a segunda, e a quarta veio como um tsunami, em arraste, como um navio naufragado puxando tudo ao seu redor. Lembrou disso, sentiu assim e doeu. Foi tão bom que doeu, mordendo por dentro, esmagando seus músculos. Impossível formular qualquer palavra, e algo diferente aconteceu. Não, algo muito diferente estava vindo, estava querendo acontecer, e Presley apenas...


— Hanni, honi... Manu!

— Deixa vir, é o que eu quero, deixa vir — Hanni subiu para a boca dela e a penetrou, uma, duas, três vezes, batendo repetidamente contra aquele ponto interno. Presley já tinha gozado, três, quatro vezes, nem sabia, mas estava gozando de novo, gozando forte, de forma diferente, descontroladamente — Molha a minha cama, babe.


Molhou, seu corpo estremecendo por inteiro, gemendo tanto que sua garganta secou, com tanto esforço físico que seus músculos não respondiam mais. E com simples toquinhos sobre o seu clitóris, olha o que Hanni conseguia fazer.


Ela só era muito, mas MUITO BOA.


Presley gozou tudo, gozou muito, beijando aquela boca, molhando a mão, a cama dela, dando tudo o que Hanni queria, entregando-se por completo ao que seu corpo exigia. Hanni virou Presley de costas na cama, tirou sua própria calcinha e se encaixou na coxa dela, pertinho do bumbum, extremamente molhada, enlouquecida de tesão. E aquela visão de Presley, com os quadris, os cabelos longos batendo nas costas, os olhares que ela lançava para trás, a mão alcançando Hanni e aqueles olhos... pegando fogo, ainda ardendo de tesão. Hanni conseguiria saciar aquele tesão durante toda a noite até que se acalmasse dentro dela?


Gozou, se esfregando na coxa de Presley, nos quadris, a segurando com firmeza pela cintura, pelos cabelos. Gozou curvando-se sobre ela, se grudando contra aquele corpo, apertando aqueles seios, e a mente de Hanni só...


Reiniciou por um instante.


Ficaram assim: Presley deitada de bruços e Hanni deitada sobre ela, em cima dela, agarrada nela, sentindo a agradável mistura de Coco Mademoiselle e Miss Dior. A pele molhada de suor, os cabelos escuros de Hanni contrastando com os mais claros de Presley, a pure skin de uma contra os beijos de sol da outra.


— Estou apaixonada por você — Disse Presley, de olhos fechados, apenas a sentindo contra o seu corpo, sentindo o coração dela batendo contra a sua pele.


Hanni se derreteu num sorriso. Que coisa gostosa de se ouvir.


— Eu estou apaixonada por você e acho que foi à primeira vista. Eu já tive... todo tipo de pensamento inapropriado com você, Pres.


Presley se derreteu sorrindo também.


— Exemplifique pensamentos inapropriados.

— De... imaginar rotinas com você. Da gente acordando aqui nessa casa, de querer te ver tomando banho de chuva, de ter noites longas vendo filmes que a gente não vai prestar atenção até...

— O quê?


Hanni afundou a boca na nuca dela, sorrindo.


— Querer te arrastar para o vestiário da academia e te pegar lá mesmo, pegar você no meio do evento da Diesel, escondida em algum canto, te empurrar para dentro do carro na praia e te fazer gozar até os meus dedos doerem, todo esse tipo de coisa — Disse, sabendo que ela ia rir demais. Riu e então...

— Agora você vai ter que fazer tudo isso comigo.

— Presley...

— Eu quero, eu preciso! — Disse ainda rindo — Hanni, você não faz ideia do que tem feito comigo — Respirou fundo, colocando os dedos dela na sua boca por um instante, mordiscando rapidinho, um carinho rápido — Desde quando você me tocou, não tem um dia que eu não me toque ao menos duas vezes pensando em você. Não há um momento em que eu te olhe e não queira estar em cima de você. E eu quero dormir com você. Quero ver esse rosto lindo acordando do meu lado. Eu quero fins de semana com você, segurar a sua mão em qualquer lugar, te assumir para estranhos — Sorriu, sentindo beijos dela pela sua cervical, os dedos acariciando ali — Inclusive, eu te assumi hoje para uma estranha.

— Ah, assumiu?

— Aham. A policial me perguntou de quem era o carro, eu disse que era da minha namorada — Confessou, sorrindo, e a sentiu rindo na sua nuca.

— Você não disse!

— Eu disse, sem pensar, porque você é algo que eu faço sem pensar, instintivamente. Hanni?

— O quê?

— Por que você estava pedindo o carro do Sasha para ir atrás de mim? Meu carro está aqui.

— É que... eu estava nervosa, o seu carro é muito grande, muito potente, o carro do Sasha é menor.

— É um Kwid, é um minicarro, você quer dizer — Respondeu, fazendo Hanni rir.

— Verdade. É menor que o meu. Eu... Tem menos de um ano que voltei a dirigir.


Presley se virou por baixo dela, mantendo-a sobre seu corpo. Queria tê-la em seu peito. A colocou lá, beijou-lhe a testa e começou a mexer em seus cabelos. Hanni sempre adorava esse carinho nos cabelos e nos piercings da orelha, já sabia disso. Precisava retirar os piercings sempre antes de entrar no tatame, e Presley adorava colocá-los de volta para ela sempre que possível.


— Por quê? Por que você parou de dirigir?

— É que... sofri um acidente. Se você tocar bem aqui... — Pegou a mão de Presley e a guiou até um ponto em seu couro cabeludo — Está sentindo?

— Isso é uma cicatriz? — Uma cicatriz de pelo menos uns cinco centímetros.

— É, do acidente.

— Ela é enorme, Hanni! O quão grave foi esse acidente?

— Foi na estrada, estava de noite e, de repente, surgiu um poste, um muro e então uma árvore. O carro só parou na árvore.

— Hanni... — Presley a apertou contra seu corpo involuntariamente, como se ela ainda pudesse se machucar, mas o que ela não fazia ideia era que Hanni ainda podia mesmo se machucar por aquilo. Hanni se encolheu em seu peito, sem sequer perceber — Você estava dirigindo?

— Minha... namorada estava. Babe, vou ver nosso jantar, tá? Já volto — Deixou um beijo nos lábios de Presley e saiu da cama rapidamente. Vestiu a calcinha, um sutiã rendado, encontrou uma calça moletom preta sobre a poltrona, vestiu e quando chegou perto da porta do quarto...

Honi?

Oi — Em português.

— Eu sempre posso dirigir para você. Quando não quiser, quando não se sentir bem, eu posso, ok?


Hanni voltou para a cama apenas para beijá-la e então saiu.


Presley pensou um pouco. O que Hanni havia dito antes? Admitiu para si mesma que não estava exatamente em suas condições mentais perfeitas, porque ela havia falado algo forte, e Presley nem havia reagido. Hanni era como uma casa pós-incêndio. O que restava para Presley arruinar?


— Eu não vou te arruinar, Park Manu. Há muitas coisas bonitas dentro de mim por você, para eu conseguir estragar — Era uma promessa.


E sabia que não adiantava forçá-la a falar. Hanni diria o que queria dizer quando quisesse, e Presley estaria ali para ouvir. Era assim que seria. Saiu da cama, pegou uma calcinha da gaveta de Hanni, que só tinha calcinhas atraentes. Namorar uma brasileira era assim? Presley estava cada vez mais interessada na vaga. Vestiu uma calcinha deliciosa da Calvin Klein e uma das camisetas dela, branca. Desceu as escadas e um cheiro gostoso a pegou de imediato. Correu para a cozinha, agarrou Hanni por trás e encheu a nuca dela de beijos.


Babe...

— Você gosta de grude? Você está ferrada se não gostar, honi.

— Se é você grudando, eu gosto — Ela respondeu sorrindo, enquanto cortava um tomate.

— Infelizmente, se você gostar de outra pessoa grudando em você, terei que tomar providências, Park Manu — Disse, a fazendo rir — Como chama o que você está fazendo?

— Não tem um nome específico, acho que a gente só chama de "pão com linguiça", é um lanche de estrada, sabe?

— Entendi — Presley foi até o balcão; queria pegar seu celular. Encontrou uma única mensagem de Aliana: "Eu espero por Deus que você tenha conseguido finalmente ir para a cama da Hanni, ou temo que você cometa assassinato até amanhã."


E Presley começou a rir.


— O quê?

— Aliana, preocupada com a gente.

— Ela... Ela apoia? Não consegui entender vocês duas muito bem ainda.

— Aliana nunca quis o meu casamento, Hanni. Ela foi contra desde o começo, disse que não precisava me casar por conta da gravidez, ela realmente não queria. Nunca achou que Leo e eu pudéssemos ser um bom par. A gente se desentendeu mais cedo porque, mais uma vez, Leo e eu a envolvemos numa briga nossa. Ela odeia isso, não aguenta mais, e ela estava em um date com a Kaori, o que tem me surpreendido. Os dates da Aliana nunca vencem um terceiro momento, e elas já estão...

— No sexto. Elas se encontraram todos os dias desta semana.


Presley olhou nos olhos de Hanni e aqueles olhos mudaram. Escureceram, ficaram mais felinos. Ela tinha olhos felinos, algo delicioso.


— Pres... — Hanni abriu um sorriso, já sentindo partes do seu corpo reagindo.

— Quanto tempo para a linguiça terminar de assar? — Ela perguntou, já deixando o celular de lado.

— Uns... vinte minutos.

— Bem, acho que preciso comer antes — Disse e simplesmente encostou Hanni contra o balcão. Ajoelhou-se na frente dela, prendendo os dedos no cós da calça dela, descendo a língua intensamente por aquele abdômen que mal podia esperar para tocar, marcar, fazendo Hanni...


Se arrepiar inteira, jogar os quadris para ela, a cabeça para trás.


— Mesmo? — Olhou para baixo e que visão: Presley ajoelhada na sua frente, beijando seu abdômen, pronta para...

— Naquela noite, eu fiquei isso aqui... — Mostrou nenhuma distância com os dedos — De ajoelhar na sua frente e te chupar lá fora mesmo.

— Presley...! — O nome dela saiu todo mordido. Hanni estremeceu só de ouvi-la falando. Como podia?


Presley olhou para cima, aqueles olhos ardendo em fogo outra vez, e Hanni sentiu a pontada extrema de tesão entre as suas coxas. Sua calcinha molhando, seus batimentos ficando totalmente alterados.


— Você disse que ia me dar o que eu quisesse.

— É o que você quer? — Tocou aquele rosto lindo por um instante.

— Posso lamber? — Ela perguntou, baixinho, sexy demais.

Babe... — O coração de Hanni parecia prestes a escapar do peito.

— E estar dentro de você?


Hanni gemeu, lutando para que seus quadris não se atirassem contra ela.


— Me pega pra você.


Ela não precisava pedir duas vezes.


Presley baixou a calça dela só de uma vez, junto com a calcinha, e quando a viu bem diante dos seus olhos...


Precisava mesmo namorar uma brasileira.


Honi...? — A chamou, mantendo o rosto muito, muito perto da intimidade de Hanni, o que estava a deixando... louca, absolutamente louca.

— Oi, babe.


Ela deixou um beijinho em cima da sua depilação, fazendo Hanni estremecer demais. Então, em português, Presley disse:


— Você me dá água na boca...


E sem dizer mais nada, Presley desceu a língua por ela.


A tocando, a sentindo, mergulhando em toda a umidade de Hanni, porque quando Presley abaixou a calcinha dela, já tinha visto a linha de tesão, o quanto ela estava excitada, o quanto a queria. Tinha a sentido na sua coxa, percebido como ela podia ser, mas precisava vê-la de frente, tê-la na sua boca, precisava descobrir como era, que gosto tinha, como podia fazê-la sentir prazer e era o que faria. Ficaria ali, de joelhos diante dela, a sentindo, a tocando, a chupando, até encontrar, até aprender, o que funcionava, como ela funcionava. E era insanamente gostoso ouvir Hanni gemendo, delicioso ouvir seu nome gemido naqueles lábios em formato de coração, enlouquecedor sentir os quadris dela vivos, se empurrando contra a sua boca, os dedos dela em seus cabelos, puxando Presley, contando o quanto estava com tesão, dizendo que sim, alguma coisa que ela estava fazendo, estava dando certo.


Os dedos de Presley cravando nela, as mãos deslizando por aquele abdômen que estava contraindo com seus toques, com a profundidade de sua língua. Olhava para Hanni, pois não havia nada mais sexy do que aquela deusa com tesão, nada mais sexy do que ver aqueles traços de prazer começando a surgir no rosto dela. Porque não existia nada mais sexy do que ser a causa do seu orgasmo.


— Presley, Presley...!

— Goza se esfregando na minha boca.


E Hanni começou a gozar, sentindo seus joelhos falharem, suas pernas tremerem, seu abdômen se contrair assim como cada pequeno músculo do seu corpo. Seus gemidos ficaram mais altos, mais fortes, mais guturais, porque tinha aquela mulher ajoelhada na sua frente, a lambendo inteira, ansiosamente, cheia de fome, sem parar.


— Presley!


Ela colocou um dedo dentro de si, sem avisar, sem dizer nada. Apenas penetrou Hanni em estocadas enquanto havia achado o ponto onde sua boca grudou e não soltou mais, a sentindo, estimulando. A boca molhada, a língua provando tudo, pressionando, sugando. O dedo dela passeou por dentro, de um lado a outro, até que...


— Presley, babe, babe...!

— Vou chamar de Presley's point — Ela disse e então, colocou um segundo dedo dentro dela, tocando aquele ponto específico. Grudou a boca contra o ponto de prazer de Hanni outra vez, totalmente enrijecido, absurdamente disparado.


Queria gozar se esfregando nela, mas Hanni não conseguia mais se mover.


Gozou, firmemente, dolorosamente, naquela boca gostosa e naquele toque por dentro, curvando os dedos, chamando o prazer tal como Hanni havia feito com ela. Gozou sentindo suas pernas enfraquecendo, precisando de Presley para mantê-la. Gozou molhada, estremecendo por inteiro, experimentando um prazer físico, ansioso, neural. Gozou e caiu de joelhos, para Presley, a pegando pela nuca, a puxando, a beijando. Não disse nada, não conseguia formular pensamentos, apenas a deitou no chão da cozinha e arrancou sua calcinha.


— Aqui, babe? — Presley perguntou, puxando-a para entre suas pernas imediatamente.

— Em qualquer lugar com você.


Era Presley e Hanni. Qualquer lugar era o lugar delas.

 


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11 comentários


Juliana S. Santos
13 de mai. de 2024

Água! Água! Por Deus!

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Adriana Evangelista
Adriana Evangelista
30 de nov. de 2023

Please! Agua! kkkkk Que delicia de capítulo. Perfeito como um bom inicio... 😋😍

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Karla Maiara
Karla Maiara
30 de nov. de 2023

🔥🔥🔥🥵

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sylber1011
sylber1011
30 de nov. de 2023

🔥🔥

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Samara Borges
Samara Borges
30 de nov. de 2023

Após a maravilhosa cena narrada, com muito🔥🔥 envolvido, finalmente, minha cabeça começa a conjecturar sobre as informações passadas.

Como boa ansiosa que sou, já tenho um filme completo passando na minha cabeça em loop infinito!!

Muito obrigada aos envolvidos pela postagem mais cedo q o esperado, minha ansiedade agradece bastante, apesar de ainda sofrer tendo que esperar por cada capítulo.

Editado
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