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Acróstico 26

Atualizado: 26 de jun. de 2025


Acróstico


Nós Vamos Falar Em Um Minuto


Presley tirou as fotos que Hanni pediu, mandou para ela, conseguiu dormir e o dia seguinte, levou uma vida para passar. Kaori veio ficar com Aika, queria levá-la à praia, ver se a Taz-mania acalmava um pouco, e Presley tentou trabalhar sem pensar em muita coisa. Mas estava nervosa, estava uma pilha, com dificuldades para se concentrar e o número de coisas que tinha que fazer apenas naquele dia, estava complexo demais.


Venceu a manhã, correu para almoçar, arrumou Aika e optou por não dizer sobre a chegada de Hanni naquela noite, ou sua menina jamais ficaria com Aliana se soubesse. Disse para Aika que Lia a buscaria e que passariam o tempo com Kaori, ela ficou feliz. Após deixá-la na escola, mais trabalho, mais desatenção. Outro momento de choro ocorreu no meio do dia, que ela precisou esconder no banheiro; ao menos, os enjoos deram uma trégua. Ao final do expediente, foi pra casa em Takapuna, tomou um banho longo. Vestiu-se com um vestido preto curto e justíssimo, coisa que amava usar antes, mas que havia esquecido na parte de trás de sua mente.


Comeu algo e soube que o voo de Hanni atrasou em Wellington. Ela enviou uma mensagem avisando, não sabia muito bem quanto tempo atrasaria. Embora tenha embarcado não muito tempo depois, aparentemente, enfrentou uma fila longa para decolar. Presley, por sua vez, mal conseguia respirar direito. Algo apertando por dentro, um aperto no peito, com o coração acelerado e pensamentos agitados. Havia também um tesão, uma excitação louca, apertando em cima de tudo isso, que não podia ser normal.


— Eu vou acabar precisando de terapia!


A boa notícia é que Hanni, provavelmente, também precisaria. E pelo mesmo motivo.


Não estava dando conta daquela demora toda, daqueles contratempos, estava ansiosa, inquieta, havia dormido muito pouco durante os voos e não via a hora de estar em casa de novo, de estar com Presley, com Aika, na rotina que já era tão delas. Não sabia mesmo que dava para sentir tanta saudade, tanta falta, chegava a doer, fisicamente doer. Como as pessoas namoram à distância? Talvez nem todo mundo estivesse apto a esta categoria, refletiu sobre isso de verdade.


Depois de uma eternidade para decolar, pareceu uma eternidade para chegar; uma hora nunca demorou tanto para passar. Em seguida, esperou ansiosamente pela sua mala na esteira de bagagens, e nunca na vida demorou tanto para aparecer. Encontrar um Uber foi uma tarefa árdua; não havia táxis disponíveis no aeroporto, como se todos os voos tivessem chegado ao mesmo tempo. Conseguir um Uber levou um tempo considerável demais. Além disso, estava ficando sem bateria no iPhone. Pronto, o Uber confirmou, apareceu, e seu celular morreu assim que entrou no carro.


— Você pode ir o mais rápido que conseguir?


O motorista abriu um sorriso.


— Nesse horário, não está atrasada para nenhum trabalho.


Ela sorriu também.


— Tem alguém esperando por mim.


E essa frase NUNCA havia saído de sua boca.


A conversa foi agradável naqueles quarenta minutos até a sua casa; geralmente, levava trinta, no máximo, mas o tempo tinha realmente decidido testá-las naquele dia. Finalmente, chegou ao seu condomínio. O Uber parou na entrada, e Hanni baixou o vidro.


— Manu, finalmente! Faz três dias que a Presley parou até de sorrir — O rapaz da portaria disse, fazendo-a rir demais.

— Ela está em casa?

— Está, chegou no seu carro faz um tempinho.

— Libera a entrada?


Ele liberou e, de alguma maneira, assim que o Uber parou em frente à sua casa, aquela porta se abriu. O motorista sorriu.


— Essa é a sua pessoa, a sua urgência.

— Me diz se você não me entende agora — Respondeu, sorrindo.


O vestidinho super justo, curto, os cabelos longos, castanhos, uma coisa. Hanni desceu muito rápido, pegou a mala no porta-malas, mochila nas costas e, no meio do caminho entre o carro e a porta de entrada, sua garota já estava no seu pescoço.


Presley saltou no pescoço dela, e Hanni a pegou pela cintura, a segurando fora do chão, sentindo aquele beijo intenso, obcecado, cheio de saudade, ambas sorrindo demais. Hanni a levando para trás, a segurando com um dos braços e puxando a mala com o outro, como se estivesse treinando para esse tipo de momento. Mas acabou abandonando a mala na varanda da entrada. Porta adentro, mochila no chão, ambas as mãos em Presley, pegando firme, tocando, sentindo. A porta foi fechada, e Presley foi deliciosamente colocada contra a porta.


Com todo o corpo de Hanni pressionado contra o seu, a boca dela sobre a sua, percorrendo seu pescoço, um beijo quente e ardendo demais, a parte baixa da cintura de uma completamente grudada contra a cintura da outra, e Presley só...


Tirou a jaqueta do corpo dela, percorrendo os dedos firmemente por aqueles braços, a boca pegando o pescoço de Hanni com vontade, enquanto a mão esquerda apenas desceu e...

Apertou na parte da frente da calça dela, pegando com firmeza o seu ponto de prazer, fazendo Hanni rosnar de tesão.


Honi, precisamos conversar.

— Aham, nós temos que... — E quando Hanni desceu a mão para o meio das coxas dela, Presley estava... — Presley! É assim que você quer conversar, pelo amor de Deus...?


Ela riu, empurrando a cintura contra o toque de Hanni porque simplesmente... precisava, por tudo, como precisava.


— Você demorou tanto, e quando ouvi o carro parar, havia acabado de tirar a calcinha porque... — Correu o nariz pelo pescoço dela, traçando a pele com os seus dentes até a boca alcançar o lóbulo da orelha de Hanni — Eu ia me tocar pensando em você.

— Ai, Presley...

— Para podermos conversar porque... — Derreteu num gemido, Hanni havia deslizado um dedo para dentro de si sem aviso nenhum — Estou à beira da loucura de saudade de você, mas precisamos falar.

— Vamos falar em um segundo, meu amor. Tira, tira de mim.


Era o top da Diesel, preto, ajustado naquele corpo, com o D da marca sobre o decote, o que enlouquecia Presley. Jogou longe o boné que ela usava, retirou o top enquanto Hanni se livrava dos tênis e das meias rapidamente e, em silêncio na biblioteca, sua mulher estava descendo pelo seu corpo.

Hanni respirou fundo, sentindo seu corpo inteiro estremecendo. Sua garota estava cravando as mãos no seu abdômen, baixando a boca, ajoelhando, abrindo a sua calça enquanto deitava beijos, lambia, mordia, marcava, porque ela podia. Presley podia qualquer coisa, e Hanni realmente teria uma coisa se não estivesse com ela imediatamente.


— Babe... — Tocou o rosto dela. Presley olhou para cima e colocou os dedos de Hanni na sua boca, um a um. Hanni sentiu, mordeu a própria boca e, com Presley puxando sua calça para baixo, descobriu a lingerie gostosa que ela estava usando. Tinha se trocado para sua garota em Wellington; já a conhecia como ninguém e também conhecia a sua própria versão que aquela coreana havia desbloqueado de si muito bem.

— O que você quer, honi?


O que Hanni queria?


A pegou pela nuca, a trazendo para cima, beijando aquela boca de novo, a segurando pela cintura, a levando para trás e para trás, até uma das banquetas da cozinha. Hanni a colocou sentada e queria ver. Então subiu aquele vestidinho ainda mais, a coisa mais sexy da vida e só olhou. Olhou, mordeu a boca, fixou nos olhos dela. Dava para literalmente ver Presley pulsando de tesão.


— Você deveria fugir de mim — Hanni disse, se encaixando entre as coxas dela, sussurrando em sua orelha, acariciando em cima do ponto de prazer de Presley, brincando na entrada dela.

— Por que eu fugiria de você, honi? — Presley jogou a cabeça para trás, gemendo demais, sentindo sua intimidade pulsando contra o toque dela, desesperada por mais.

— Porque estou obcecada por você — Hanni entrou nela, dois dedos, e Presley se agarrando nos seus braços, cravando as unhas, apertando as pernas pelas coxas de Hanni, puxando-a ainda mais para junto — Viciada em você. Não penso em outra coisa, não quero outra coisa, fuja de mim, babe.

— Mais forte — Presley a pegou pela nuca, segurando o punho dela com sua outra mão, a olhando nos olhos, tocando sua testa na dela.

— Assim? — A estocou mais forte, a fazendo gemer mais, apertar mais, o corpo de Hanni, os dedos por dentro dela, ahhhhh, por que ela apertava assim? Por que deixava Hanni louca daquele jeito? Presley gemeu gostoso demais.

Me preenche de você, eu quero mais, preciso de mais, preciso... — Gemeu mais alto ainda. Hanni havia mudado a posição dos dedos e agora apenas estocava e estocava, muito forte, muito certeira, sabendo exatamente o que fazer, comendo a boca de Presley em beijos e batendo contra o seu ponto especial por dentro. Hanni não estava preocupada em fazê-la gozar rápido demais, porque faria mais vezes naquela noite, ah, faria sim. Presley mordeu a boca dela, gostoso demais, a segurando pela nuca, sentindo as estocadas firmes e mais firmes — Da minha mulher. E não há motivo que me faça querer fugir da minha mulher.


E aquela frase...


Enlouqueceu Hanni.


— Me toca, gostosa, me toca, me toca.


Presley afastou a calcinha dela para o lado e entrou nela, sentindo-a investir contra os seus dedos mais do que conseguia tocá-la, na verdade. Não estava conseguindo, não com Hanni a pegando tão forte, tão no ponto, gostoso demais. Não com sua intimidade esmagando os dedos dela por dentro, seus quadris se empurrando para ela, em desespero, não com aquela boca chupando o seu pescoço, por cima dos seios, baixando a parte de cima do seu vestido para pegar os seus seios mais do que rígidos, mais do que excitados e só começou a gozar, muito forte, muito agressivo, gemendo alto, enchendo aquela casa, marcando a sua mulher porque ela era sua e Presley lutaria por ela com tudo o que tinha, estava decidido, era assim que seria.


As outras que se rasgassem ao meio, mas Park Manu era sua.


Gozou e veio apertando tudo por dentro, se arrastando com vigor. Veio em ondas violentas, inundando, disparando tudo: sua mente, seu tesão, seu coração, cada parte do seu corpo, cada centímetro da sua pele. Quando tudo explodiu e se espalhou, estava molhando a mão da sua mulher sem conseguir controlar. Ela só...


Baixou a banqueta, assustando Presley por um instante.


Honi... — Saiu gemido, ofegante, todo molhado.

— Você é bailarina, não é? — A voz de Hanni estava mais rouca do que nunca; ela falava baixo, gostoso. Presley ainda estava terminando de gozar, e estava molhando diferente tudo de novo. Ela girou a banqueta, deixando Presley de costas para o balcão — Coloca essa perna aqui — A fez apoiar o pé na banqueta, e o jeito que a intimidade dela se abriu... Ali, bem ali, estava uma das coisas pelas quais Hanni havia ficado mais obcecada em toda a sua vida. Baixou a boca, a lambendo, a sentindo, fazendo sua garota gritar de desejo.

— Hanni!

— Como senti falta disso aqui — Disse, após chupá-la apenas por prazer, o seu prazer, e então tirou a própria calcinha e apoiou o pé do outro lado da banqueta.

Babe...?

— Olha no espelho atrás de mim, quero que você assista tudo o que vou fazer com você.


E o que ela fez...


Hanni encaixou a sua intimidade contra a dela, um encaixe muito, mas muito perfeito. Um toque que, sinceramente, o ponto de prazer de Presley apenas colidiu contra o dela perfeitamente, e só isso já era sexy pra caramba. Mas quando ela começou a se mover, a esfregar consistentemente em cima de Presley... Se agarrou nela, já gemendo demais, assistindo pelo espelho, vendo aquele movimento, sentindo o movimento dela. Hanni só começou a fazer mais intensa e mais firme, mais consistentemente. Aqueles gemidos roucos invadiram a mente de Presley, se misturando aos seus. As duas estavam absurdamente molhadas, excitadas, pulsando sem parar. Elas estavam deslizando uma pela outra com uma imensa facilidade, a mão de Presley cravada no quadril dela, apertando demais. Seus quadris também se movendo por ela, friccionando contra ela, a intimidade tremulando por aquele toque, o tesão acelerando, acelerando até a onda de orgasmo começar a se formar pelas duas.


O beijo que não parava, o corpo forte de Hanni, aqueles músculos se mostrando, o abdômen totalmente trincado pelo esforço que ela fazia, a curva daqueles quadris e a mão dela na sua garganta, apertando, segurando, buscando os olhos de Presley o tempo todo. Hanni investiu contra ela, uma, duas, três vezes, e elas começaram a gozar, agarradas demais uma na outra, molhadas demais e, ao mesmo tempo, era isso que Hanni queria. Gozou fazendo sua garota gozar, ouvindo-a gritar de tesão, marcando o seu corpo em descontrole. Gozou nela forte demais, a ponto do seu corpo molhar absurdamente de prazer, a pele molhada, os cabelos molhados, os olhos ARDENDO DE TESÃO, totalmente obscuros, uma fome descontrolada, aficionada, e era por Presley, era tudo por Presley.


Honi! — Gritou, ainda tremulando em Hanni, seu corpo inteiro disparado, e Hanni só...

— Eu preciso te chupar. Mas não aqui, na cama.


Porque Hanni queria de um jeito específico, porque ela não permitiu que aquele vestido saísse do corpo de Presley, porque a queria nele e de quatro na cama, porque a queria naquela visão, daquele ângulo, e o que ela fez ali...


Presley enlouqueceu naquela posição, enlouqueceu nos dedos dela, na boca dela, gozou forte a ponto de apagar. Tinha certeza de que havia apagado, porque em um momento estava gemendo contra a boca dela e no outro, ela estava na sua boca, a beijando forte, gostoso demais, deslizando aqueles lábios vermelhos e molhados pelos seus.


Babe, o que você fez...?

— Eu te machuquei? — Ela perguntou, preocupada.

— Não, só que agora quero fazer em você — E pegando Hanni pela garganta, a fez virar na cama, a colocando de quatro, descendo a boca pela cervical dela, marcando aquela cintura, aquele bumbum e só... baixou a língua, a tocando por inteiro, a fazendo imediatamente estremecer, e Hanni só...


Mordeu um sorriso.


— As coisas que você faz comigo, Presley Park.

— Que ninguém nunca fez — E deslizou dois dedos para dentro de Hanni, direto para aquele ponto que tinha o seu nome escrito. A próxima coisa que Hanni sentiu foi uma pegada nos seus cabelos, uma puxada gostosa e só... aqueles dedos afundaram dentro de si, a fazendo se agarrar contra a cama, sentindo aquela boca mordiscando as suas curvas enquanto aqueles dedos batiam onde Hanni amava, onde havia fantasiado todos aqueles dias. E sim, era verídico e irracional; quanto mais Presley a pegava, mais Hanni gostava, mais se apaixonava por ela, mais ficava de joelhos, mais louca por ela se tornava, mais obcecada, aficionada, e tinha todos os motivos do mundo para isso.


Hanni gozou contra os dedos dela, firmemente, derretendo inteira contra o toque dela, contra o amor que Presley fazia nela, e então, ela a virou de frente e sem dar tempo de Hanni respirar, mergulhou para o meio das coxas dela. A tocando fundo, gostoso demais, a pegando como nunca Hanni havia sido pega, no ponto certo, na intensidade certa, deslizando aqueles lábios e aquela língua densamente, querendo pegar tudo, sentir tudo e ela sentia, ela enlouquecia. Hanni gozou de novo, claro que gozou de novo, gozou forte, firme, de doer o abdômen que ficava trincadinho, uma delícia. A fez gozar tudo o que podia e mordeu aquele abdômen, pegando firme, deixando marca, mas sem machucá-la, jamais a machucando. Mas Hanni era uma delícia, e Presley não resistia a ter cada pedacinho dela na sua boca.


— Vem para o colo, meu amor.


Hanni estava exausta, mas só de ouvir aquilo...


Foi para o colo dela, sentou naqueles dedos, e a casa inteira foi preenchida, mas pelos gemidos de Hanni desta vez. Subiu e desceu por aqueles dedos, os braços enroscados no pescoço de Presley, a boca pela pele dela, sentindo o gosto dela, a mistura das duas. Forte, firme, mais forte, a mão de Presley na sua nuca, os olhos buscando os seus, e Hanni não gozou, entrou em êxtase mesmo.


Não conseguiram se mover depois daquele último orgasmo e Hanni apenas a abraçou pelas costas, os corpos nus e suados grudados um contra o outro, os cabelos de Presley suados, os de Hanni também, o coração das duas absurdamente, abruptamente, densamente disparados.


— Me aperta, Hanni.

— Estou aqui com você, babe — Beijou a nuca dela, afundando o nariz por aqueles cabelos. Como sentiu falta dela, como doía sentir falta.

— Isso machucou.

— O que fizemos por último...?

 Ficar longe de você.


Hanni sorriu, os olhos dois risquinhos pelo tamanho do sorriso.


— Doeu em mim também, eu nunca... senti nada assim antes. Nada. Pres...

— O que foi, honi?

— Onde está a criança?


Presley sorriu, virando um pouquinho para olhá-la.


— Eu pedi para Aliana buscá-la na escola, elas estão com a Kaori, as duas vão cuidar dela hoje.

— Acha que... seria muito ruim se a gente fosse buscá-la?


E os olhos de Presley brilharam olhando para ela.


— Você quer ir buscar a Aika?

— Estou com muita falta dela. Se a gente tomar um banho e só ir lá rapidinho? Quero sentir aquela sensação.


Presley tocou aquele rosto lindo.


— Qual sensação?


Hanni fechou os olhos, ainda sentindo seu corpo todo eletrificado, cada poro seu afetado por Presley, por quem ela era, pelo que fazia, por como a invadia. E não, ainda não estava pensando com clareza, ou estava, nem sabia dizer. Apenas respondeu sem pensar:


De família, eu acho.


Presley a beijou, se enroscando por ela, a segurando firme, sem pensar em soltar por nada, nenhuma coisa, nenhuma coisa no mundo.


— Vamos buscar a nossa criança, honi.

 


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8 comentários


sylber1011
sylber1011
21 de jan. de 2024

Me surpreendeu, rs. Que ansiedade

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Michele Buia Carneiro
Michele Buia Carneiro
19 de jan. de 2024

Que capítulo, né?! Ui!!! Pensar que sobrou muita emoção, em outro sentido, para o próximo... rsrsrs... no aguardo!

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Adriana Evangelista
Adriana Evangelista
19 de jan. de 2024

Que lindas!!! Agora é buscar a bebê e finalmente acabar com minha ansiedade! kkkkk

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Taiani Eustaquio
Taiani Eustaquio
19 de jan. de 2024

Tessa vai me matar de tanta ansiedade. Meu Jesus.....😢

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Michele Buia Carneiro
Michele Buia Carneiro
19 de jan. de 2024
Respondendo a

Acho!

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Rodrigo Mesquita
Rodrigo Mesquita
19 de jan. de 2024

Pense numa saudade acumulada... se todo o tesão delas fosse fogo de verdade, a casa já tinha virado um monte de cinzas há muito tempo.


Agora, Hanni está de volta! E eu tô morrendo de curiosidade pra saber a reação dela sobre o bebê Min-Ho, aposto que ela vai comprar fogos de artifício pra celebrar a chegada do seu segundo filho com a Pres (vamos e convenhamos, a Aika é filha da Hanni, tá BEM na cara isso!). Mas acho que a Jéssica tem razão, a Hanni já deve saber da gravidez... só quer ouvir isso da boca da amada... o que imagino que deve acontecer no próximo capítulo ou no 28. Aguardemos!

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Michele Buia Carneiro
Michele Buia Carneiro
19 de jan. de 2024
Respondendo a

No 28? Que isso??? Pq???

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